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Nova avaliação alerta para um recuo surpreendente do QI e do efeito Flynn

Jovem a estudar sozinho à mesa com livros, caderno e tablet numa sala iluminada pela janela.

Uma nova análise estatística lança um aviso sobre uma quebra inesperada.

Em vários países industrializados, a geração mais jovem está, de repente, a obter resultados inferiores em testes de memória, raciocínio lógico e capacidade de atenção. Para os investigadores, trata-se de um ponto de viragem histórico - e apontam uma ligação estreita ao nosso quotidiano digital.

A longa subida do QI - o efeito Flynn e o que a explicava

Durante mais de cem anos, os dados pareciam seguir uma regra praticamente garantida: cada geração saía um pouco melhor do que a anterior nos testes de inteligência. Este padrão é conhecido como o “efeito Flynn”, em referência ao psicólogo neozelandês James Flynn.

Em média, nas sociedades ocidentais, observou-se um ganho de cerca de três pontos de QI por década. Esse avanço tornou-se visível em diferentes dimensões, incluindo:

  • melhor desempenho na memória de trabalho

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