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Hiper-independência: quando a distância nas relações não é falta de amor

Rapaz e rapariga sentados costas com costas no sofá, ela lê um livro e ele usa um portátil.

Quem prefere estar sozinho ou vive relações com bastante espaço é, muitas vezes, rapidamente rotulado de “fechado” ou “incapaz de se relacionar”. Os psicólogos olham para isto de forma mais cuidadosa: por trás da inclinação para a solidão não está necessariamente uma falta de amor, mas sim um traço de personalidade muito vincado, que se forma na infância - e que mais tarde influencia fortemente tanto as relações amorosas como as amizades.

O que está por trás desta distância tão marcada

Como se nota no círculo de amigos

No grupo de amigos, quase toda a gente conhece alguém assim: uma pessoa querida, competente, sempre disponível para os outros - mas que, por dentro, mantém distância. Aceitar ajuda? Faz confusão. Falar dos próprios problemas? Melhor evitar. Toma decisões por conta própria e carrega os reveses em silêncio.

O nome que a psicologia dá a este padrão

Os psicólogos descrevem este comportamento como hiper-independência.


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